terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Veja mais nove fotos da série de TV de Exterminador do Futuro

Quinto episódio, "Queen's Gambit", vai ao ar lá fora no dia 11 - confira sinopse

29/01/2008Marcelo Hessel

Terminator: The Sarah Connor Chronicles teve reveladas nove fotos e a sinopse do quinto episódio, "Queen's Gambit", que vai ao ar na Fox dos EUA dia 11 de fevereiro. Com a greve dos roteiristas, a temporada já passa da metade, uma vez que são esperados nove episódios ao todo para o ano um.

Confira o resumo abaixo e veja as imagens na nossa galeria.

"Brian Austin Green entra para o elenco. Quando Andy, amigo de Sarah, inscreve seu computador em um campeonato de xadrez, ela reavalia as capacidades dele e se preocupa com o que aquilo pode dar. Durante a partida de xadrez, Sarah se encontra cara a cara com um estranho cuja história está intimamente ligada à dela. Enquanto isso, na escola, Cameron recebe aconselhamento para ajudar no seu luto, e John faz um novo amigo em sala. O Agente Ellison descobre resquícios de uma batalha de exterminadores."

Terminator: The Sarah Connor Chronicles mostra a adolescência de John Connor, futuro líder da resistência humana na luta contra as máquinas. Para a série Lena Headey (300) assume o papel que foi de Linda Hamilton no cinema, Thomas Dekker é John Connor e Summer Glau, a River de Firefly, vive a terminatrix Cameron.

O premiado "Crash - No Limite" vai virar seriado de TV
Por Steve Gorman
LOS ANGELES (Reuters) - "Crash -- No Limite", o drama de teor racial carregado premiado com o Oscar de melhor filme em 2005, chegará à televisão ainda este ano sob a forma de um seriado criado para o canal a cabo Starz, informou o canal pago na segunda-feira.

O diretor, co-roteirista e produtor do filme, Paul Haggis, vai chefiar a equipe criativa do seriado, sendo produtor executivo, ao lado de Don Cheadle, que atuou em "Crash" e dividiu o crédito de produtor do filme.

O executivo de programação da Starz, Stephan Shelanski, disse que existe "forte possibilidade" de Cheadle retomar seu papel do investigador policial no seriado "Crash", que, segundo ele, vai basicamente retomar a história do ponto em que o filme a deixou.

As filmagens do seriado vão começar nesta primavera americana, e a expectativa é que sua estréia aconteça ainda em agosto deste ano, segundo Shelanski. O canal a cabo premium, que pertence à Liberty Media Corp., de John Malone, encomendou 13 episódios de uma hora de duração, para começar.

Feito com orçamento relativamente pequeno, "Crash," o filme, foi lançado pela Lionsgate Entertainment em 2005 e explorou as tensões étnicas e raciais no mundo urbano dos EUA através de uma série de tramas e personagens interligados. A Lionsgate vai co-produzir o seriado de TV.

O novo projeto será a segunda vez apenas em que um filme premiado com o Oscar de melhor filme é transposto para a TV como seriado. A primeira instância disso aconteceu com "No Calor da Noite", de 1967, também dotado de temática racial forte e que estreou como drama na CBS duas décadas depois.

Além do Oscar de melhor filme, "Crash -- No Limite" também recebeu um Oscar de melhor roteiro original, dividido por Haggis e Bobby Moresco, que também será produtor executivo do seriado.

Shelanski disse que prevê que Cheadle será instrumental para a contratação de alguns de seus colegas de elenco no filme para atuarem no seriado, pelo menos nos primeiros episódios.

Cheadle também ajudou a recrutar boa parte do elenco do filme, que incluiu Sandra Bullock, Matt Dillon, Brendan Fraser, Terrence Howard, Chris "Ludacris" Bridges, Thandie Newton e Ryan Philippe.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Como a hipnose auxilia o processo terapêutico?
A hipnose é tão antiga quanto a própria história do homem. Há provas de que os egípcios, os romanos e os astecas já utilizavam a técnica no tratamento de doentes. Para os ocidentais, a hipnose moderna começou com o médico alemão Franz Anton Mesmer, no século 18. Mas as maiores descobertas aconteceram na segunda metade do século 19, graças aos trabalhos de clínicos como Charcot, Liebeault e Bernheim.
A hipnose foi o ponto de partida de Freud e dos primeiros psicanalistas. No início do século 20, o psiquiatra americano Milton Erickson revolucionou a hipnose ao considerá-la um evento naturalmente presente em nosso cotidiano.
De acordo com a British Medical Association, a hipnose é um “temporário estado alterado de atenção do sujeito”, que pode ser induzido por um operador. Neste momento, é possível acontecer vários fenômenos, tanto espontâneos como em resposta a estímulos verbais ou de outra natureza (toques, sons). Para a psicóloga Adriana de Araújo, especializada no tratamento de fobias, a hipnose é uma forma intensa de pensar, com conseqüências no corpo e na atividade neural. O que, na prática, significa entrar em contato direto com as emoções que devem ser conectadas para a superação de alguma questão emocional. "É como se abríssemos uma janela para estabelecer um diálogo com o inconsciente, com nossas habilidades que estão adormecidas ou mesmo com recursos internos que devem ser desenvolvidos", diz.
Nada de sono...
Durante muito tempo confundiu-se a hipnose com o sono devido ao fato de poder haver um relaxamento físico enquanto a pessoa está em transe. A hipnose tampouco é um estágio anterior ao dormir. "O transe hipnótico é, na verdade, um estado de consciência, de atenção focalizada, mas simultâneo ao estado natural. Se quiser, o indivíduo se lembra de tudo o que acontece à sua volta durante uma sessão", explica Adriana de Araújo.
Segundo a psicóloga, para entender a hipnose é preciso esquecer todo o tipo de absurdo que você já viu sobre o tema na televisão ou no cinema. “Sabe aquelas histórias onde o hipnotizado obedece aos comandos do hipnotizador, fazendo coisas das quais não se recorda depois? Esqueça!”, recomenda a hipnoterapeuta.
A técnica hipnótica tem aplicações mais úteis. "Hoje, ela é usada para diagnósticos e tratamentos em várias áreas. Na Psicologia, em casos de pânico, fobia, transtornos e depressão, por exemplo. Na Medicina e na Odontologia, a hipnose é uma ferramenta empregada na preparação para cirurgias e no controle de dores crônicas. Também atua de forma eficaz nos distúrbios psicossomáticos, ou seja, aqueles de fundo emocional, como pode acontecer em alguns casos de alergia, asma, gastrite e até câncer", enumera Adriana de Araújo, autora do livro O Segredo para Emagrecer.
A principal vantagem da técnica, apontada pela profissional, é que a hipnose encurta o tempo de tratamento, que varia de uma sessão a alguns meses dependendo da pessoa e do problema, enquanto a terapia tradicional pode levar anos.
Fiscalização
A seriedade do método é reforçada pelo fato de que os conselhos federais de Psicologia, Medicina e Odontologia aprovam e regulamentam o uso da hipnose como recurso auxiliar de trabalho dos profissionais dessas áreas. A hipnose não é medicina alternativa, nem especialidade médica, mas, um instrumento terapêutico que pode ser usado como coadjuvante em tratamentos. Há inúmeras pesquisas cientificas sobre o tema. É possível encontrá-las em vários bancos de dados de pesquisa cientifica.
A maioria das pessoas pode ser hipnotizada - de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) cerca de 90% da população mundial estaria apta a entrar em transe. Afinal, se é um estado de atenção focalizado por um determinado tempo, muitas pessoas conseguem isso de forma espontânea. Mas nem todas devem ser. “A hipnose não é indicada para pacientes em surto psicótico, uma vez que estes já estão em 'estado alterado' e não têm a concentração necessária. Todas as outras pessoas podem ser hipnotizadas. Para cada caso, será usado um tipo de indução, para algumas o transe mais profundo, para outras o transe de forma mais leve. Isso vai depender da queixa e do que é necessário ser trabalhado, organizado e ensinado para que a pessoa supere seus problemas”, afirma Adriana de Araújo.
O que acontece numa sessão de hipnose?1) Atualmente, quase não se usa mais o pêndulo para induzir à hipnose. "Esse objeto é apenas uma das formas de 'cansar o paciente', cansar a mente de tal maneira que a pessoa acaba relaxando e se soltando para o exercício. É mais comum pedir para a pessoa olhar um ponto fixo, procurar não pensar em nada, relaxar ou se concentrar em algo específico (de certa maneira fazemos isso sem que nos seja orientado, quando estamos em contato com algo que gostamos, pensamos muito sobre isso e acabamos por nos desligar de outros assuntos ou coisas à nossa volta)”, diz Adriana de Araújo; 2) Para induzir ao transe, o hipnoterapeuta usa a comunicação verbal - por meio de palavras de sugestionabilidade que visam atingir as organizações conscientes e inconscientes da mente - ou a comunicação não verbal - constituída de toques no corpo, sons ou músicas que são dirigidos às estruturas inconscientes ou analógicas da mente do sujeito; 3)Ao final da sessão, o paciente pode lembrar de tudo o que foi dito durante o transe ou não (assim como numa conversa, num filme, numa aula, às vezes não registramos conscientemente tudo), quando se esquece, ocorre o fenômeno da amnésia que pode ocorrer por comando do terapeuta ou por vontade do próprio paciente, ocorrendo de forma espontânea. A pessoa sempre sabe onde está e tem total consciência do que faz e pensa (a sensação é similar a do sonho); 4) As experiências que temos durante a vida tornam-se ‘nossa bagagem’ e aprendizado. Durante o transe hipnótico é possível desenvolver novas aprendizagens, reformular o pensamento, aprender outros hábitos, descobrir qualidades insuspeitas. “O que vivemos não pode ser modificado, mas é possível criar uma nova moldura, transformando a percepção do viver e conseqüentemente adquirindo outros comportamentos e atitudes perante a vida com o auxílio da hipnose”, defende a psicóloga.
Distúrbios que podem ser tratados por meio da hipnose:
-Anorexia nervosa;
-Ansiedade;
- Asma;
-Bulimia;
-Dependência de drogas, álcool e cigarros;
-Depressão;
-Dificuldades de aprendizagem;
-Distúrbios sexuais;
-Dor;
-Estresse;
-Estresse pós-traumático;
-Fobia social;
-Gagueira;
-Insônia;
-Obesidade;
-Síndrome do Pânico;
-Sonambulismo;
-Timidez;
-Transtorno Obsessivo
- Compulsivo (TOC);
- Vícios e manias.
Top 10: Vírus mais mortais
10. FEBRE DO NILO OCIDENTAL WEST NILE VÍRUS (WNV) 1937 Originária da África, a doença demonstrou sua força a partir da década de 1990, nos Estados Unidos. A enfermidade se propaga em alta velocidade e, nos casos mais graves, causa encefalite e meningite, que levam a complicações neurológicas e à morte. A transmissão do vírus ocorre pela picada de mosquitos do gênero Culex, que se alimentam do sangue de aves infectadas. Ainda não existe cura nem vacina para a doença. A febre do nilo ocidental pode ter causado a morte de Alexandre, o Grande. No ano de 323 a.C., aos 32 anos, Alexandre morreu subitamente na Babilônia.
9. SARS SARS-COV 2002 Também conhecida como pneumonia asiática, a SARS é a grande epidemia mais recente do planeta. Identificada pela primeira vez na cidade de Foshan, na China, a doença mostrou de cara o seu poder de disseminação: em um único dia, o governo chinês notificou 3 mil casos. De novembro de 2002 a julho de 2003, 8 098 pessoas foram contaminadas ao redor do mundo e 774 delas morreram. A epidemia de SARS na China em 2003 fez com que o volume de exportação de soja brasileira para o país caísse drasticamente, afinal as pessoas não saíam de casa e, portanto, não compravam os derivados do grão.
8. FEBRE AMARELA VÍRUS DA FAMÍLIA FLAVIVIRIDAE 1900 O vírus da febre amarela e seu transmissor – o Aedes aegypti (o mesmo da dengue) – só foram identificados em 1900, embora já existissem casos da doença há três séculos. Não há cura para a febre amarela, mas existe uma vacina que previne a contaminação. Por isso, hoje a doença não mata como nos séculos 17 e 19 – entre 1850 e 1902, mais de 58 mil pessoas morreram só no Rio de Janeiro. No verão de 1889, uma epidemia assolou Campinas e pelo menos 75% da população local deixou a cidade. Grande parte partiu para São Paulo e ajudou a cidade a se tornar a maior do estado.
7. SARAMPO MORBILI VÍRUS SÉCULO 10 O vírus causador do sarampo tem enorme poder de disseminação, transmitido por meio das vias respiratórias, sobretudo em espirros e tosses. Só em 1999, a doença fez quase 900 mil vítimas, principalmente na África. Depois de uma campanha mundial de combate à doença, em menos de uma década, o número de óbitos foi reduzido drasticamente – de 1999 a 2005, o número de mortes caiu 60%. A primeira descrição da doença foi feita na Europa,pelo médico árabe Ibn Razi (860-932), mas a primeira grande epidemia data dos séculos 2 e 3 d.C. no Império Romano. Em 1963, surgiu a vacina para combater a doença.
6. FEBRE HEMORRÁGICA VÍRUS DA FAMÍLIA BUNYAVIRIDAE 1952 A medicina conhece pelo menos 14 tipos diferentes de hantavírus, agente responsável por este tipo de doença, mas o principal é o causador da febre hemorrágica com síndrome renal (HFRS). O vírus só foi descoberto na década de 1950, mas há casos datados de 1913, na Rússia. Hoje, na China, são registrados entre 40 mil e 100 mil casos por ano. De 5 a 10% dos infectados morrem. O vírus foi descoberto durante a Guerra da Coréia, quando cerca de 5 mil soldados foram vitimados pela doença. O nome hantavírus faz referência ao rio Hantaan, onde os primeiros corpos foram encontrados.
5. AIDS HIV-1 E HIV-2 1981 O agente etimológico da aids é um retrovírus humano, denominado vírus da imunodeficiência humana ou HIV-1. Em 1986, descobriu-se uma variação que ficou conhecida com HIV-2. As células infectadas pelo HIV perdem eficiência pouco a pouco até serem destruídas. Com isso, o sistema imunológico se torna frágil e exposto a outras doenças, que geralmente causam a morte. Desde 1981, a aids já infectou cerca de 40 milhões de pessoas. No Malaui, um país da África Subsaariana, a aids mata 240 pessoas por dia e estima-se que, nos próximos dez anos, 876 mil pessoas morrerão por causa da doença.
4. EBOLA VÍRUS DA FAMÍLIA FILOVIRIDAE 1976 Embora o número de vítimas do ebola não chegue nem perto do da gripe espanhola ou da dengue, os vírus da família Filoviridae assustam pela altíssima letalidade. Em 1976, quando foi descoberto, o ebola matou 280 pessoas no Zaire (hoje, República Democrática do Congo) em menos de um mês. Em 1995, o país foi atacado por outra epidemia, que contaminou 344 pessoas, vitimando 240 delas. Durante a epidemia de 1995, notou-se que as crianças são mais resistentes ao vírus. Apenas 9% das vítimas tinham menos de 17 anos.
3. VARÍOLA ORTHOPOXVÍRUS VARIOLAE HÁ 3 MIL ANOS Erradicada desde 1977, a doença até hoje não possui tratamento nem cura, só vacina. Há casos de varíola registrados há cerca de 3 mil anos tanto na China quanto no Egito. De lá para cá, a doença se espalhou pelo mundo, causando epidemias que mataram populações inteiras. No século 18, um em cada dez recém-nascidos morria na Suécia e na França. Na Rússia, um em cada sete. Quando a OMS declarou a doença extinta, todas as amostras do vírus mantidas por laboratórios foram destruídas. Mas um laboratório americano e um russo desobedeceram a ordem e conservam o vírus até hoje.
2. DENGUE VÍRUS DA FAMÍLIA FLAVIVIRIDAE SÉCULO 18 Cerca de cem países – 2,5 bilhões de pessoas – apresentam o risco da doença. A OMS estima que surjam de 50 milhões a 100 milhões de casos todos os anos no mundo, o que resulta em 500 mil internações e 20 mil óbitos. O homem só desenvolve imunidade permanente para o tipo de vírus que contraiu. Ou seja, a pessoa pode contrair outro tipo de dengue, como a hemorrágica, muito mais perigosa. Quem transmite o vírus é exclusivamente a fêmea do mosquito Aedes aegypti. O macho se alimenta da seiva de plantas e é inofensivo ao ser humano.
1. GRIPE ESPANHOLA INFLUENZA TIPO A, CONHECIDO COMO H1N1 1918 O vírus Influenza é o causador da mais devastadora epidemia da história. Em apenas 18 meses, entre 1918 e 1919, a gripe espanhola vitimou entre 50 milhões e 100 milhões de pessoas – na época, 5% da população mundial. O foco principal da “chacina” foram as trincheiras da Primeira Guerra Mundial. A intensa migração de soldados durante os combates ajudou o vírus a se espalhar. No período mais crítico da gripe espanhola, a doença matou mais gente do que a Primeira Guerra, que teve cerca de 14,5 milhões de baixas. Em Porto Alegre, foi criado um cemitério específico para as vítimas da gripe.

FEBRE AMARELA: QUE DOENÇA É ESSA E POR QUE ESSE NOME?
A febre amarela tem assustado o país por conta da mortes provocadas recentemente. A doença é um dos maiores problemas de saúde pública, pela sua gravidade e pela sua influência na política e na econômica de um país.
Desde 1942 não se registra no Brasil surto epidêmico de Febre Amarela urbana, transmitida pelo Aedes aegypti. Na África ainda ocorrem epidemias de Febre Amarela Urbana, em regiões contíguas a regiões de floresta chuvosa, onde a Febre Amarela Silvestre é enzoótica.
No Brasil a Febre Amarela Silvestre é encontrada em uma enorme área constituída pelos estados do Acre, Amazonas, Roraima, Amapá, Pará, Maranhão, Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e DF.
No último mês de dezembro, a morte de macacos devido à doença no Distrito Federal e Goiás motivou as autoridades a começarem campanhas de vacinação em massa.
Uma pessoa não transmite febre amarela diretamente para outra. Para que isto ocorra, é necessário que o mosquito pique uma pessoa infectada e, após o vírus ter se multiplicado, pique um indivíduo que ainda não teve a doença e não tenha sido vacinado.
Mas por que a doença tem esse nome?
Uma das características da febre amarela é a icterícia, que provoca uma coloração amarelada na pele e nos olhos. Ela não aparece em todas as situações, já que em alguns casos mais brandos ela não se forma. A febre, entretanto, acontece sempre que a doença ocorre.
Círculos misteriosos surgem no interior de São Paulo.


Um fenômeno misterioso intriga a população de Riolândia, cidade da região de Votuporanga, localizada a 500 quilômetros de Sorocaba. Na manhã de domingo passado, três círculos – um deles com 60 metros de diâmetro – apareceram numa plantação de cana.
O ufólogo sorocabano, Michel Facury Ferreira, ficou impressionado com o fato e o classificou de raro. Conforme ele, o fenômeno só havia ocorrido no Brasil uma vez até então.
Michel Facury contou que caso semelhante foi registrado apenas em Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, há três anos.
No misterioso fenômeno em Riolândia, a palha da cana não estava quebrada, não foi queimada e nem pisoteada. Os pés estavam como se tivessem sido dobrados, uniformemente, para um só lado e não tocavam o solo.
O ufólogo de Sorocaba comentou que o fenômeno é comum na Europa. “Isso [círculos] já apareceu na Inglaterra e também na Turquia, em regiões próximas ao Mediterrâneo”, explica.
Na opinião de Michel Facury, os círculos são recados, pois “há mais de 20 anos que não ocorre esse tipo de fenômeno no Brasil”.
ImpressionadoO relato do empresário Maurício Pereira da Silva, 39 anos, foi o que mais impressionou o ufólogo sorocabano Michel Facury.
O empresário disse que, por volta das 3h de domingo, viu da janela da cozinha “uma coisa muito grande, gigantesca, oval e sem muita luz parada em cima do canavial”. Para Michel Facury, o relato demonstra que o fenômeno precisa ser investigado com precisão.
Na região de Sorocaba, o ufólogo analisou fatos semelhantes. Entre eles está a aparição de círculos em algumas propriedades de Araçoiaba da Serra e de Votorantim. “É um tipo de fungo que provoca esse efeito”, explica.
Casos na região
1979- Sorocaba foi destaque nacional com a história do mecânico Sérgio Pregnoletto, perseguido por uma luz intensa do Centro até o Morro da Mariquinha, o que mobilizou a cidade durante semanas
1982- O publicitário João Carlos Belo e sua namorada seguiram uma luz prateada desde o Cerrado até a rodovia Raposo Tavares, sentido Araçoiaba, onde dois policiais também testemunharam a aparição
1994-Erotides Sebastião Aparecido, o Tide Paraná, avistou de seu carro uma luz brilhante em Votorantim, rumando em direção ao Morro da Mariquinha

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008




Seu celular anda meio maluco? Cuidado, ele pode estar com vírus
CINTIA BAIO e LILIAN FERREIRA Do UOL Tecnologia

A bateria do celular está durando menos do que o previsto pelo fabricante, mesmo quando você não fica horas pendurado nele? De vez em quando, aparecem algumas mensagens multimídia esquisitas, o aparelho fica desconfigurado e tentando se conectar via Bluetooth com outros celulares?

Se você respondeu "sim" para algumas das perguntas acima, é melhor tomar cuidado. Seu celular pode estar com vírus. Mesmo se você respondeu "não", fique esperto. Desde 2004 —quando o primeiro vírus para celular foi descoberto— até o ano passado, o número de pragas para celulares cresceu mais de 1.000%, segundo a empresa de segurança F-Secure. O seu aparelho pode ser o próximo a ser contaminado.Hoje, já são contabilizados 362 tipos de vírus. A maioria deles (80%) são cavalos-de-tróia. Spams e spywares, ao contrário do que se possa imaginar, são minoria (4%). Na mira das pragas, estão os celulares com tecnologia Bluetooth —responsável por 70% das contaminações— e as mensagens multimídia (MMS).


Então, antes de sair por aí colocando a culpa na operadora, no fabricante do aparelho ou na tecnologia pelas maluquices do seu celular, confira se o seu aparelho foi infectado e aproveite as dicas para manter o seu celular livre de pragas.
Mais.

Fonte:Uol informatica

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Electronic Arts suspende a venda de 'Counter-Strike' no Brasil
Jogo de tiro e 'Everquest' foram considerados 'nocivos à saúde' por juizado mineiro.Empresa se defende e diz que toma providências para solucionar o caso.
A Electronic Arts, reponsável pela distribuição de "Counter-Strike" no Brasil, anunciou nesta terça-feira (22) que suspendeu a venda do jogo de tiro em território nacional.

A empresa recomenda que lojistas retirem os jogos "Counter-Strike source" e "Counter-Strike antology" das prateleiras, até segunda ordem.

Ao lado do RPG on-line "Everquest", "Counter-Strike" foi considerado "nocivo à saúde dos consumidores" pelo juiz federal Carlos Alberto Simões de Tomaz, da 17ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de Minas Gerais.

Na última sexta (18), o Procon anunciou que estava recolhendo das lojas do estado de Goiás os jogos mencionados pelo juiz. A decisão tem validade em todo o território brasileiro, mas o recolhimento dos jogos depende da decisão de cada representação do Procon. Ouvido pelo G1, o Procon de São Paulo disse que estudava a ação.

A decisão do juiz proíbe a comercialização dos jogos, mas não seu uso. Portanto, usuários e lan-houses que já tiverem os games não estão impedidos de jogar. A multa para infração de lojistas é de R$ 5 mil.

Segundo comunicado da EA, a suspensão da venda do jogo tem caráter preventivo e procura "evitar possíves problemas que possam surgir junto a órgãos de defesa do consumidor enquanto a eficácia daquela decisão não for devidamente apreciada". No Brasil, "Counter-Strike" foi classificado pelo Ministério da Justiça como "inadequado para menores de 18 anos".

Não-oficial
Segundo texto publicado pelo Procon de Goiás, o jogo "Counter-Strike" "reproduz a guerra entre bandidos e policiais e impressiona pelo realismo. No vídeo-game, traficantes do Rio de Janeiro seqüestram e levam para um morro três representantes da Organização das Nações Unidas. A polícia invade o local e é recebida a tiros".

A Electronic Arts afirma que a descrição do juiz refere-se a uma modificação não-oficial (o mapa "cs_rio") desenvolvida por jogadores em 2001: "itens como traficantes, a cidade do Rio de Janeiro, favela, trilha sonora funk e pontuação extra por matar PMS não fazem parte do jogo original. Estas modificações foram criadas por pessoas que não têm qualquer tipo de ligação ou relacionamento com ambas as empresas e que dispuseram seu download gratuitamente pela internet."

O comunicado da Superintendência de Proteção ao Consumidor afirma que o RPG "Everquest", que não tem distribuição oficial no Brasil, "leva o jogador ao total desvirtuamento e conflitos psicológicos 'pesados'; pois as tarefas que este recebe, podem ser boas ou más".


Anos depois


Divulgação
A expansão 'Rise of Kunark' foi lançada em 2007 para 'Everquest II' (Foto: Divulgação)
Criado a partir de modificações no jogo "Half-Life", "Counter-Strike" foi desenvolvido pela comunidade de jogadores em 1999, sendo posteriormente comercializado pela produtora Valve. No jogo, duas equipes se enfrentam em partidas on-line: o time dos "terroristas" e o dos "policiais". As missões variam entre armar/desarmar bombas e eliminar a equipe adversária.

Considerado o jogo mais popular dos "cyberesportes" em competições como Electronic Sports World Cup (ESWC) e World Cyber Games (WCG), "Counter-Strike" ganhou novas versões, como "Condition zero" e "Source".

"Everquest", RPG on-line (MMORPG) lançado em 1999, foi uma das referências do gênero que hoje tem em "World of warcraft" seu mais popular representante. "Everquest" teve versões e atualizações diversas para PlayStation 2 e PC - a franquia pertence à Sony Online Entertainment, que não tem representação no Brasil.
Fonte:G1 Games
MONCHO MONSALVE É O NOVO TÉCNICO DA SELEÇÃO MASCULINA

Rio de Janeiro – O espanhol Juan Manuel “Moncho” Monsalve Fernandez é o novo técnico da seleção adulta masculina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (dia 18) pelo presidente da Confederação Brasileira de Basketball (CBB), Gerasime Grego Bozikis. A apresentação do treinador está marcada para o mês de fevereiro.
— O Moncho Monsalve é um técnico qualificado, com conhecimento internacional e apreciador do jogo solidário e do conceito de equipe. Conhece bem o nosso estilo e jogadores. Pertence ao Gabinete Técnico da Federação Espanhola, atual campeã mundial (Japão/2006). O Moncho vem dirigir a equipe do Brasil com o objetivo único de nos classificar para a Olimpíada. Depois, quando chegarmos em Pequim, iremos buscar uma medalha olímpica — comentou Gerasime Grego Bozikis, presidente da CBB.
Moncho Monsalve, de 63 anos, faz parte do Gabinete Técnico da Federação Espanhola. Começou a carreira como jogador na década de 60 e participou de 82 jogos oficiais pela seleção espanhola. Em 1972, iniciou sua trajetória como treinador, no Mataró. De lá pra cá, comandou times como Náutico Teneriffe, Zaragoza, Cajá Málaga e Teneriffe, entre outros. Moncho teve a oportunidade de dirigir o brasileiro Oscar Schimdt, em 1978, no Castilla Valladolid, e, recentemente, Marcelinho Machado, no Cantabria Lobos, ambas equipes da Espanha.
- Moncho é um técnico disciplinador, criterioso, e que tem muito conhecimento do basquete europeu. Trabalhei com ele no Lobos Cantabria, da Espanha, na temporada 2003/2004. É um treinador bastante franco com os jogadores, experiente e torço para que tudo dê certo, que ele nos ajude a conquistar a vaga para Pequim - diise Marcelinho.
ENTREVISTA MONCHO MONSALVE
— Por que aceitou o convite para dirigir a seleção brasileira?
Mais que um objetivo pessoal, é uma oportunidade e um privilégio poder dirigir uma das melhores equipes do mundo. Conheço muito bem os jogadores que participaram da Copa América de Santo Domingo (2005), do Campeonato Mundial do Japão (2006) e do Torneio Pré-Olímpico de Las Vegas (2007), competições que estive presente.
— O Brasil não disputou as últimas duas Olimpíadas. É possível que a classificação aconteça agora?
Sim, apesar do Pré-Olímpico Mundial de Atenas ter equipes importantes. Com respeito, generosidade e confiança, além do talento do time, podemos formar um grupo capaz de garantir a vaga nos Jogos Olímpicos de Pequim.
— As seleções terão praticamente o mesmo tempo de treinamento, três a quatro semanas. O que é possível fazer nesse período?
Certamente três semanas é um período curto, quatro será melhor. Os jogadores da NBA, da Europa do Brasil estarão em boas condições físicas, talvez um pouco cansados mentalmente. Vamos conversar com eles para buscar uma boa solução de descanso e trabalho. Junto com o Departamento Técnico quero ver se conseguimos fazer 35 treinos e quatro ou cinco amistosos.
— O brasileiro tem seu estilo de jogar. A sua idéia é mantê-lo, agregar valores ou modificar?
Não vou mudar os aspectos de jogo tradicionais dos brasileiros, mas é possível melhorar alguns conceitos. Minha idéia é implantar defesa/rebote/contra-ataque e jogo de transição. O rebote ofensivo e equilíbrio defensivo devem ser bem organizados. Como todos sabem, o arremesso de três pontos e a regra de 24 segundos de posse de bola mudaram o jogo.
— Independente do sorteio do Pré-Olímpico Mundial, quais os principais adversários do Brasil em Atenas?
Acredito que Grécia, Croácia, Eslovênia e Alemanha são os adversários mais fortes por sua qualidade e experiência em competições internacionais. Também é possível que alguma outra seleção possa surpreender.
— O senhor já teve algum contato com os jogadores brasileiros?
Ainda não tive nenhum contato pessoal com os atletas, mas tenho um dossiê sobre os jogadores da NBA e os que atuam na Europa. Acompanho as partidas da Liga Espanhola, que conta com Tiago Splitter, Marcelo Huertas, Paulão Prestes, Caio Torres e Rafael Hettsheimer; e da Liga Européia, onde jogam Alex Garcia, J.P. Batista e Guilherme Giovannoni. Ainda não pude ver o Murilo, que está na Bulgária. Assisto aos jogos da NBA para acompanhar o Leandrinho, Anderson e Nenê. Espero que o Nenê se recupere e tenha condições de jogar.
— Qual sua opinião sobre a qualidade dos jogadores brasileiros que estiveram na seleção nos últimos anos?
Pelos últimos torneios que vi, os jogadores têm grande talento e boas condições físicas. Devem melhorar a continuidade do jogo e não perder a concentração. Jogam bem em velocidade. No cinco contra cinco em meia quadra, a equipe deve saber jogar sem a bola. Um conceito de ângulos e espaços hoje é fundamental e devemos melhorar nesse aspecto.
— Todos os atletas que estão atuando no Brasil e no exterior têm as mesmas chances de serem convocados?
Dos jogadores que atuam no Brasil, conheço os que já estiveram na seleção nas últimas competições internacionais. Os que atuam fora do país, além de serem importantes em seus clubes, conhecem bem o jogo europeu e têm muita experiência internacional. De qualquer forma, espero fazer uma lista com 15 jogadores, de onde escolheremos os 12 para formar a melhor equipe possível.
— Fale um pouco sobre sua trajetória no basquete
Como jogador, comecei em 1962, no clube da minha cidade, Atlético de San Sebastián. Fui campeão europeu quatro vezes pelo Real Madri, tricampeão da Liga Espanhola e bicampeão da Copa do Rei. Na seleção, joguei 82 partidas e encerrei minha carreira com 26 anos, devido a uma lesão grave no joelho esquerdo, quando jogava no San José de Barcelona. Como técnico, iniciei minha carreira em 1972, no Mataró de Barcelona. Nesses 35 anos, dirigi equipes na Espanha, Suíça, França, Itália, além das seleções de Marrocos, Suíça e República Dominicana. Atualmente trabalho no Gabinete Técnico da Federação Espanhola (nas seleções de novos e na escola de treinadores). Nos últimos três anos, venho treinando a seleção espanhola “B”, com a qual passei três períodos de seis a oito meses nos Estados Unidos, observando o basquete universitário e da NBA.
MONCHO MONSALVE
Nome completo: Juan Manuel “Moncho” Monsalve Fernandez
Nascimento: 01/01/1945, em San Sebastián (Espanha)
Clubes que dirigiu:
Mataro/Barcelona (ESP), San José Badalona (ESP), Náutico Teneriffe (ESP), Vevey Basket (SUI), Barcelona (ESP), Lebole Mestre (ITA), Caja Ronda/Málaga (ESP), Mônaco (FRA), O.A.R. Ferrol (ESP), Teneriffe (ESP), grupo IFA / Barcelona (ESP), Cai Zaragoza (ESP), Murcia (ESP), Cantabria Lobos (ESP) e o time feminino do Costa Naranja Godella (Valencia/ESP)
Seleções que dirigiu:
República Dominicana, Marrocos (Sub-21), Tunísia, Espanha (seleção “B”) e Suíça.
Outras atividades:
Membro do Gabinete Técnico da Federação Espanhola
Professor do Curso Superior de Técnicos da Federação Espanhola
Professor do Comitê Olímpico Internacional

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Ford Ka chega a partir de R$ 25.190

Carsale - Se a Ford fosse um time de futebol e o novo Ka um jogador recém-contratado, podemos dizer que ele entrou em campo aos 45 minutos do segundo tempo. A principal novidade da Ford em 2007 chega a poucos dias do início de 2008. E mais, como modelo 2009. Apesar do visual renovado por dentro e por fora - que segue a diretriz de design "kinetic" adotada na nova geração de modelos da Ford - a plataforma e a mecânica são as mesmas do Ka anterior. A exceção fica por conta do sistema bicombustível nos propulsores 1.0 l (o mesmo adotado no hatch Fiesta) e 1.6 l (compartilhados com o Focus e o EcoSport).

E por falar em motorização, a versão de entrada entrega 73 cavalos de potência com álcool, e 70 cv, com gasolina. Ambos a 6.000 rpm. O torque máximo é de 9,38 kgfm, com álcool, e 8,97 kgfm, com gasolina. Os dois a 4.750 rpm. No propulsor 1.6 l, são 112 cv (álcool) e 110 cv (gasolina), a 5.500 rpm, e 15,8 kgfm e 15 kgfm, a 4.250 giros, com o combustível vegetal e o derivado do petróleo, respectivamente no tanque.

De acordo com a Ford, o modelo 1.0 parte de R$ 25.190, podendo chegar a R$ 31.790. O 1.6 mais acessível, por sua vez, custa R$ 31.800. A versão completa não sai por menos de R$ 36.390. De série, o Ka de entrada vem com pára-choques pintado na mesma cor da carroceria, travas elétricas, botão de abertura do porta-malas no painel, alarme e travamento automático das portas a 15 km/h. Já o 1.6 traz os mesmos itens do 1.0, mais direção assistida e rodas de 14 polegadas.

Apesar de usar a mesma plataforma do já antigo Ka, a nova geração é 17 centímetros mais comprida: mede 3,83 metros. A largura mede 1,80 m e a altura 1,42 m. A distância entreeixos foi mantida em 2,45 m. O porta-malas cresceu 77 litros - de 186 l para 263 l. A capacidade do tanque de combustível também aumentou. Era de 42 l e agora é de 45 l.O novo Ka também ganhou mais versões de acabamento. Continuam os pacotes "Fly", "Pulse" e "Class". Chegam o "Prestige", o "Neo" e o "Somma". Há ainda o kit "Performer", esse exclusivo para o motor 1.6. A gama de cores é formada pelas tonalidades branco "Artico", preto "Ebony", vermelho "Bari", prata "Geada" e azul "Iporanga".De acordo com a Ford, o hatch chega à rede de concessionárias da marca em fevereiro, mas as reservas pelo modelo já podem ser feitas a partir do dia 2 de janeiro. Segundo o diretor de Marketing da Ford do Brasil, Antonio Baltar, 80% das vendas serão da motorização 1.0 e o restante do 1.6. O novo Ka será exportado para todos os países da América do Sul e para o México.